5 de novembro de 2008

teste


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:: Por Estrela do Sul - 14:19
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29 de maio de 2008

Próxima sexta-feira 13!


SAMBA DI PRETO TU

Espaço Cultural Calamengau
Rua Roberto Barrozo, 1190 - Mercês
Sexta 13 22h

Ingresso: $10 e $7



:: Por Estrela do Sul - 22:56
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26 de maio de 2008

Brinquedo de Tambor


Clique para ampliar.



:: Por Estrela do Sul - 15:53
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12 de maio de 2008

Fotos - Encontro Regional de Batuqueiros


Clique AQUI e veja fotos do Encontro Regional de Batuqueiros, promovido pelo grupo Jaé, de Itajaí, entre os dias 2 e 4 de maio.


:: Por Estrela do Sul - 01:39
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8 de maio de 2008

Sociedade Treze de Maio




Sociedade Treze de Maio

120 anos de História,

120 anos de Resistência



Fora dos roteiros turísticos, a Sociedade Treze de Maio guarda uma rica história sobre a formação da Cidade de Curitiba. O mito inventado de um Paraná Europeu, sem escravos e sem negros, e construído pela força imigrante persiste ainda hoje. Foi assim que a Praça do Japão, a Praça da Ucrânia, o Portal da Santa Felicidade, tornaram-se símbolos de uma sociedade de origem européia e branca.


Escondida atrás do Museu Paranaense na Praça Generoso Marques, voltada para um comércio de flores e para a Praça Tiradentes, a estátua com pouco mais de 1,5m de uma negra carregando uma lata d’água, faz uma das poucas referências ao negro na cidade. Não é à toa que a Praça Zumbi teve destino certo. Esquecida no bairro do Pinheirinho, está localizada na periferia de Curitiba. Sina comum à comunidade negra e à própria Sociedade Treze de Maio, fadada ao esquecimento e à invisibilidade.


É comum escutar, inclusive nas escolas, que não houve escravidão no Paraná, ou que até houve, mas era uma escravidão “diferente”. De acordo com o sociólogo Octavio Ianni (*1926-2004+), a Escravatura em Curitiba, assim como o restante do país, foi a expressão completa do regime no Brasil, além de fator importante na composição da ideologia racial na cidade. Esse fator pode ser observado nos bens patrimoniais edificados. De acordo com a historiadora Cláudia Bibas do Nascimento, os afro-descendentes não possuíam bens materiais e patrimoniais e as políticas públicas deixaram de lado o patrimônio popular a fim de preservar os monumentos e os artefatos relacionados à imigração européia.


A principal construção que teve mão-de-obra negra, está situada no centro histórico de Curitiba, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito, antes denominada “Igreja do Rosário dos Pretos de São Benedito”. Poucos sabem que bem próximo dali, existe mais um registro histórico: a Sociedade Treze de Maio.


Com a Abolição da Escravatura, os “africanos livres”, buscaram meios de sobrevivência na cidade. A criação de um Clube, uma Sociedade foi concretizada em junho de 1888. Mais tarde, passou-se a comemorar a fundação na data em que a Sociedade carrega no nome. Localizada numa região chamada de Boulevard São Francisco, habitada por negros, a Treze de Maio era ponto de referência para 99% dos libertos. Nela dividiam-se tarefas administrativas, convocavam reuniões, arrecadavam fundos, prestavam assistência aos irmãos necessitados, inclusive organizando enterros e funerais dignos, além de festas e outros eventos.


O historiador Edvan Ramos, que há 15 anos estuda a Sociedade, conta que na casa eram realizados festejos para N. Senhora da Conceição e S. Benedito. Havia também uma espécie de confraria feminina dentro da própria instituição, parte dela formada pelas lavadeiras que percorriam o Largo da Ordem. A mais famosa, Dona Maria Boeno, a santa da cidade, tem seu nome registrado em documentos da Sociedade Treze de Maio.A partir da década de 50, a Treze de Maio abriu-se para novos sócios e começou a perder suas festividades religiosas e tradições. Reformada, perdeu suas características arquitetônicas, o que a impede hoje de ser tombada. Em 1996 a casa passou por nova reforma realizada pela Prefeitura, na qual “sumiram” quadros com fotografias, placas e uma mesa centenária.


Em 2006, o grupo de percussão Maracaeté iniciou seus ensaios dentro da Sociedade. Com o intuito de também gerar renda para a casa, o grupo organizou algumas festas. Duas delas caíram, coincidentemente, em datas que os associados prestavam homenagem a seus santos de devoção. Com muita dificuldade, a Treze de Maio tenta preservar seu valor histórico. Sr. Álvaro da Silva, presidente da Sociedade, a qual seu pai também fora, batalha todos os dias para cobrir as dívidas da casa. Dívidas que se fazem, em sua maior parte, por conta do IPTU.


Neste 13 de Maio de 2008, a Sociedade completa 120 anos. Com a intenção de reavivar a memória curitibana, a comunidade está convidada a participar da programação tradicional em comemoração à data de Fundação. Com início às 17h00, Missa na Igreja do Rosário. Às 18h30, arrastão com o grupo Maracaeté até a Sociedade. Às 21h30, será realizada a Sessão Solene e às 23h00 o grande e esperado baile, com muito samba e alegria! O ingresso é de R$10,00. A programação está sujeita a alterações.





Um coração ancestral ainda está vivo e pulsa na Sociedade Treze de Maio.


SERVIÇO
Sociedade Treze de Maio – 120 anos de História
13 de maio de 2008

17h00: Missa na Igreja do Rosário
18h30: arrastão com o grupo Maracaeté até a Sociedade
21h30: Apresentação do grupo Maracaeté.
22h00: Sessão Solene
23h00: Baile: Samba de verdade para festejar!

A programação está sujeita a alterações.
Ingresso: R$10,00.
Info: 9198 6607 maracaete@gmail.com


:: Por Estrela do Sul - 01:59
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25 de abril de 2008

Oficina de Maracatu


As oficinas do grupo Estrela do Sul acontecem todas as segundas-feiras, das 19h às 20h30, no Espaço Cultural Calamengau.

Não precisa, obrigatoriamente, ter instrumento para participar das aulas. Só precisa de vontade para aprender um pouco mais sobre a cultura do maracatu. As aulas são ministradas pelo mestre Guilherme Handa, com apoio de outros integrantes do grupo.

Nas oficinas são ensinados desde os fundamentos básicos do maracatu, até níveis mais avançados, dependendo da evolução de cada aluno. Não existe um instrumento específico para aprender. Os alunos podem, e devem, aprender um pouco de cada instrumento: alfaia, agbê, gonguê, ganzá, caixa/tarol. Além de aprender sobre a história do maracatu, através de histórias trazidas por integranmters do grupo ou por videos/documentários exibidos em determinada aula.

Venha fazer uma aula experimental.
Se gostar e quiser continuar, entre em contato para acertarmos todos os detalhes.
Não existe taxa de matrícula, só uma taxa simbólica mensal para manter a manutenção dos instrumentos.

Lembrando que o grupo Estrela do Sul é aberto a novos integrantes. Se você aprender bem nas oficinas e quiser se comprometer mais, pode fazer parte do grupo e se apresentar por aí com a gente. A maioria dos integrantes atuais são ex-alunos da oficina.

Compareça!

Obs: entrada pela porta lateral do Calamengau.


:: Por Estrela do Sul - 01:13
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Grupo Jaé convida


Salve povo!

O Jaé está organizando um encontro nos dias 2, 3 e 4 de maio, no sítio Filho da Montanha em Camboriú, com a proposta de fortalecer a rede regional de batuqueiros. Inicialmente a idéia era reunir Itajaí, Blumenau e Bombinhas, com alguns convidados de Florianópolis. A proposta se ampliou um pouco, tendo também alguns convidados de Curitiba e Porto Alegre... por isso sentimos necessidade de colocar a proposta a público. Se mais alguém estiver interessado em participar comuniquem o quanto antes para que possamos organizar da melhor forma possível.

Obrigado!

Grupo Jaé.

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Interessados, entrem em contato conosco para organizar uma caravana!


:: Por Estrela do Sul - 01:09
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Mais Vídeos


Vídeos que não são do Estrela do Sul, mas que a galera pediu pra ver aqui no blog.
Lá vai:

Maracatu Leão Coroado
Vídeo sobre o Maracatu Leão Coroado, realizado o período de janeiro a março de 1987 no Recife, direção de Wagner Simões.

Candomblé
com legendas em inglês.

Candomblé
Documentário

Tambor de Crioula
Tambor de Crioula realizado dia 26 de agosto/2006, em casa de Ângelo e Ferzi.

Grupo Mazuca da Quixaba
Bole Bole - show no evento Preto na Tela.


:: Por Estrela do Sul - 00:59
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18 de abril de 2008

Mirabolando



Sesc da Esquina apresenta o primeiro show da série SOM DA CIDADE:

MIRABOLANDO
Música Malabarizada

Com participação especial de André Abujamra e palestra (música independente em Curitiba) após o show.

27/04 domingo
18hs
Ingressos: R$ 5 e R$ 10


Da amizade entre o malabarista Marcelo de Lima e os músicos Cauê Menandro e Carlito Birolli (batuqueiros do Estrela do Sul), todos com muitas idéias na cabeça, surge um trio com uma proposta um tanto quanto MIRABOLANTE. Integrar música, circo, malabares e batuques é o desafio a que esse grupo se lançou. Da união das experiências individuais dos integrantes, nasce um espetáculo inusitado que busca mesclar diversas formas de expressões artísticas num trabalho com números, encenações e canções próprias criados na simples arte de se divertir.



Compareça!


:: Por Estrela do Sul - 00:18
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17 de abril de 2008

Press Release


O grupo Estrela do Sul representa o composto musical do maracatu, uma manifestação popular de música e dança originária de Pernambuco do século XVIII, tendo grande influência do maracatu de Baque Virado com diversos baques cadenciados e toadas de nações de maracatu tradicionais, como Estrela Brilhante de Recife, Estrela Brilhante de Igarassu, Nação Porto Rico, Leão Coroado, entre outros, assim como composições próprias de peças e toadas.

Criado em 2004 pela família Fagundes, o grupo Estrela do Sul é composto atualmente por 20 músicos multi-instrumentistas, que se revezam nos instrumentos típicos do maracatu como as alfaias, caixas/taróis, gonguês, agbês/xequerês e ganzás, comandados por Guilherme Handa.

As apresentações culturais do grupo Estrela do Sul são diversas, englobando oficinas em escolas, apresentações públicas em locais variados, participações em manifestações folclóricas culturais, como o já tradicional arrastão de maracatu na Rua XV de Novembro, mensalmente, em Curitiba, assim como aulas ministradas todas as segundas-feiras para iniciantes e aspirantes ao maracatu.

O grupo está sempre aberto a novos desafios e têm feito sua parte na tentativa de levar a cultura popular e o acesso à música para todos.

Obs: ensaios todas as segundas-feiras, 19h00, no Espaço Cultural Calamengau. É aberto ao público e iniciantes. Não é obrigatório ter instrumento para participar das aulas.


:: Por Estrela do Sul - 19:45
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