25 de abril de 2008

Oficina de Maracatu


As oficinas do grupo Estrela do Sul acontecem todas as segundas-feiras, das 19h às 20h30, no Espaço Cultural Calamengau.

Não precisa, obrigatoriamente, ter instrumento para participar das aulas. Só precisa de vontade para aprender um pouco mais sobre a cultura do maracatu. As aulas são ministradas pelo mestre Guilherme Handa, com apoio de outros integrantes do grupo.

Nas oficinas são ensinados desde os fundamentos básicos do maracatu, até níveis mais avançados, dependendo da evolução de cada aluno. Não existe um instrumento específico para aprender. Os alunos podem, e devem, aprender um pouco de cada instrumento: alfaia, agbê, gonguê, ganzá, caixa/tarol. Além de aprender sobre a história do maracatu, através de histórias trazidas por integranmters do grupo ou por videos/documentários exibidos em determinada aula.

Venha fazer uma aula experimental.
Se gostar e quiser continuar, entre em contato para acertarmos todos os detalhes.
Não existe taxa de matrícula, só uma taxa simbólica mensal para manter a manutenção dos instrumentos.

Lembrando que o grupo Estrela do Sul é aberto a novos integrantes. Se você aprender bem nas oficinas e quiser se comprometer mais, pode fazer parte do grupo e se apresentar por aí com a gente. A maioria dos integrantes atuais são ex-alunos da oficina.

Compareça!

Obs: entrada pela porta lateral do Calamengau.


:: Por Estrela do Sul - 01:13
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Grupo Jaé convida


Salve povo!

O Jaé está organizando um encontro nos dias 2, 3 e 4 de maio, no sítio Filho da Montanha em Camboriú, com a proposta de fortalecer a rede regional de batuqueiros. Inicialmente a idéia era reunir Itajaí, Blumenau e Bombinhas, com alguns convidados de Florianópolis. A proposta se ampliou um pouco, tendo também alguns convidados de Curitiba e Porto Alegre... por isso sentimos necessidade de colocar a proposta a público. Se mais alguém estiver interessado em participar comuniquem o quanto antes para que possamos organizar da melhor forma possível.

Obrigado!

Grupo Jaé.

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Interessados, entrem em contato conosco para organizar uma caravana!


:: Por Estrela do Sul - 01:09
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Mais Vídeos


Vídeos que não são do Estrela do Sul, mas que a galera pediu pra ver aqui no blog.
Lá vai:

Maracatu Leão Coroado
Vídeo sobre o Maracatu Leão Coroado, realizado o período de janeiro a março de 1987 no Recife, direção de Wagner Simões.

Candomblé
com legendas em inglês.

Candomblé
Documentário

Tambor de Crioula
Tambor de Crioula realizado dia 26 de agosto/2006, em casa de Ângelo e Ferzi.

Grupo Mazuca da Quixaba
Bole Bole - show no evento Preto na Tela.


:: Por Estrela do Sul - 00:59
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18 de abril de 2008

Mirabolando



Sesc da Esquina apresenta o primeiro show da série SOM DA CIDADE:

MIRABOLANDO
Música Malabarizada

Com participação especial de André Abujamra e palestra (música independente em Curitiba) após o show.

27/04 domingo
18hs
Ingressos: R$ 5 e R$ 10


Da amizade entre o malabarista Marcelo de Lima e os músicos Cauê Menandro e Carlito Birolli (batuqueiros do Estrela do Sul), todos com muitas idéias na cabeça, surge um trio com uma proposta um tanto quanto MIRABOLANTE. Integrar música, circo, malabares e batuques é o desafio a que esse grupo se lançou. Da união das experiências individuais dos integrantes, nasce um espetáculo inusitado que busca mesclar diversas formas de expressões artísticas num trabalho com números, encenações e canções próprias criados na simples arte de se divertir.



Compareça!


:: Por Estrela do Sul - 00:18
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17 de abril de 2008

Press Release


O grupo Estrela do Sul representa o composto musical do maracatu, uma manifestação popular de música e dança originária de Pernambuco do século XVIII, tendo grande influência do maracatu de Baque Virado com diversos baques cadenciados e toadas de nações de maracatu tradicionais, como Estrela Brilhante de Recife, Estrela Brilhante de Igarassu, Nação Porto Rico, Leão Coroado, entre outros, assim como composições próprias de peças e toadas.

Criado em 2004 pela família Fagundes, o grupo Estrela do Sul é composto atualmente por 20 músicos multi-instrumentistas, que se revezam nos instrumentos típicos do maracatu como as alfaias, caixas/taróis, gonguês, agbês/xequerês e ganzás, comandados por Guilherme Handa.

As apresentações culturais do grupo Estrela do Sul são diversas, englobando oficinas em escolas, apresentações públicas em locais variados, participações em manifestações folclóricas culturais, como o já tradicional arrastão de maracatu na Rua XV de Novembro, mensalmente, em Curitiba, assim como aulas ministradas todas as segundas-feiras para iniciantes e aspirantes ao maracatu.

O grupo está sempre aberto a novos desafios e têm feito sua parte na tentativa de levar a cultura popular e o acesso à música para todos.

Obs: ensaios todas as segundas-feiras, 19h00, no Espaço Cultural Calamengau. É aberto ao público e iniciantes. Não é obrigatório ter instrumento para participar das aulas.


:: Por Estrela do Sul - 19:45
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16 de abril de 2008

História do Maracatu


Maracatu é uma manifestação cultural da música folclórica pernambucana afro-brasileira. É formada por uma orquestra de percussão que acompanha um cortejo real. Como a maioria das manifestações populares do Brasil, é uma mistura das culturas indígena, africana e européia. Surgiu em meados do século XVIII.
Os Maracatus mais antigos do Carnaval do Recife, também conhecidos como Maracatu de Baque Virado ou Maracatu Nação, nasceram da tradição do Rei do Congo, implantada no Brasil pelos portugueses. O mais remoto registro sobre Maracatu data de 1711, de Olinda, e fala de uma instituição que compreendia um setor administrativo e outra, festivo, com teatro, música e dança. A parte falada foi sendo eliminada lentamente, resultando em música e dança próprias para homenagear a coroação do rei: o Maracatu.

Parece que a palavra "maracatu" primeiro designou um instrumento de percussão e, só depois, a dança que se dançava ao som deste instrumento. Os cronistas portugueses chamavam aos "infiéis" de nação, nome que acabou sendo assumido pelo colonizado. Os próprios negros passaram a autodenominar de nações a seus agrupamentos tribais. As nações sobreviventes descendem de organizações de negros deste tipo, e nos seus estandartes escrevem CCMM (Clube Carnavalesco Misto Maracatu).

Mário de Andrade, no capítulo Maracatu de seu livro Danças Dramáticas Brasileiras II, elenca diversas possibilidades de origem da palavra maracatu, entre elas uma provável origem americana: maracá=instrumento ameríndio de percussão; catu=bom, bonito em tupi; marã=guerra, confusão; marãcàtú, e depois maràcàtú valendo como guerra bonita, isto é, reunindo o sentido festivo e o sentido guerreiro no mesmo termo. Mario de Andrade no mesmo texto deixa claro que enumerava os vários significados da palavra "sem a mínima pretensão a ter resolvido o problema. Simples divagação etimológica pros sabedores...divagarem mais." No entanto, sua origem e história não é certa, pois alguns autores ressaltam que o maracatu nasceu nos terreiros de candomblé, quando os escravos reconstituíam a coroação do reis do Congo. Com o advento da abolição, este ritual ganhou as ruas, tornando-se um folguedo carnavalesco.


Constituição

Do Maracatu Nação participam entre 30 e 50 figuras. Entre elas estão o Porta-estandarte, trajado à Luís XV (como nos clubes de frevo), que conduz o estandarte. Atrás, vêm as Damas do Paço, no máximo duas, e que carregam as Calungas, que são bonecos de origem religiosa, que simbolizam uma rainha morta.

A dança executada com as Calungas tem caráter religioso e é obrigatória na porta das Igrejas, representando um "agrado" a Nossa Senhora do Rosário e a São Benedito. Quando o Maracatu visita um terreiro, homenageia os Orixás.

Depois das Damas do Paço segue a corte: Duque e Duquesa, Príncipe e Princesa, um Embaixador (nos Maracatus mais pobres o Porta-estandarte vale como Embaixador).

A corte abre alas para o Rei e a Rainha, que trazem coroas douradas e vestem mantos de veludo bordados e enfeitados com arminho. Nas mãos trazem pequenas espadas e cetros reais. O Rei é coberto por um grande pálio encimado por uma esfera ou uma lua, transportado pelo Escravo que o gira entre suas mãos, lembrando o movimento da Terra. O uso deste tipo de guarda-sol é costume árabe, ainda hoje presente em certas regiões africanas.

Alguns Maracatus incluem nesse trecho do cortejo também meninos lanceiros e a figura do Caboclo de Pena, que representa o indígena brasileiro e tem coreografia complicadíssima.
A orquestra do Maracatu Nação é composta apenas por instrumentos de percussão: vários tambores grandes (alfaias), caixas e taróis, ganzás e um gonguê (metalofone de uma ou duas campânulas, percutidas por uma vareta de metal).Hoje em dia, se usa os agbes ou xequerês(instrumento confeccionado com uma cabaça e uma saia de contas). O Mestre de Toadas "puxa" os cantos, e o coro responde. As baianas têm a responsabilidade de cantar, outras vezes, são os caboclos, mas todos os dançarinos também podem participar.

Este Maracatu mais tradicional é chamado de Baque Virado porque este termo é sinônimo de um dos "toques" característicos do cortejo.

Os Maracatus de Baque Virado sempre começam em ritmo compassado, que depois se acelera, embora jamais alcance um andamento muito rápido. Antes de se ouvir a corneta ou o clarim, que precedem o estandarte da Nação, é a zoada do "baque" que anuncia, ao longe, a chegada do Maracatu.

O Maracatu se distingue das outras danças dramáticas e das danças negras em geral pela sua coreografia. Há uma presença forte de uma origem mística na maneira com que se dança o Maracatu, que lembra as danças do Candomblé. Balizas e Caboclos dançam todo o cortejo. Baianas e Damas do Paço têm coreografias especiais. Todos os outros se movimentam mais discretamente. Caboclos e Guias fazem muitas acrobacias, que parecem com os passos dos frevos de carnavalescos. Mário de Andrade descreve a dança das yabás(baianas): “Embebedadas pela percussão, dançam lentas, molengas, bamboleando levemente os quartos, num passinho curto, quase inexistente, sem nenhuma figuração dos pés. Os braços, as mãos é que se movem mais, ao contorcer preguiçoso do torso. Vão se erguendo, se abrem, sem nunca se estirarem completamente no ombro, no cotovelo, no pulso, aproveitando as articulações com delícia, para ondularem sempre. Às vezes, o torso parece perder o equilíbrio e lerdamente vai se inclinando para uma banda, e o braço desse lado se abaixa sempre também, acrescentando com equilíbrio o seu valor de peso, ao passo que o outro se ergue e peneira no ar numa circulação contínua e vagarenta...”


Personagens

As personagens que compõem o cortejo são os seguintes:

Porta-estandarte, que leva o estandarte; este contém, basicamente, o nome da agremiação, uma figura que o represente e o ano que foi criada.
Dama do paço, mulher que leva em uma das mãos a CALUNGA (boneca de madeira, ricamente vestida e que simboliza uma entidade ou rainha já morta).
Rei e Rainha, as figuras mais importantes do cortejo, e é por sua coroação que tudo é feito.
Vassalo, um escravo que leva o PALIO (guarda-sol que protege os reis).
Figuras da corte: príncipes, ministros, embaixadores, etc.
Damas da corte, senhoras ricas que não possuem título nobiliárquicos.
Yabás, mais conhecidas como baianas, que são escravas.
Batuqueiros, que animam o cortejo, tocando vários instrumentos, como caixas de guerra, alfaias (tambores), gonguê, xequerês, maracás, etc.


Fonte: Wikipédia


:: Por Estrela do Sul - 20:20
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15 de abril de 2008

Agenda


JUNHO

01 - Ensaio no MON - 15h
02 - Oficina no Calamengau - 19h00
05 - Ensaio no DeArtes (UFPR) - 19h30
08 - Ensaio no MON - 15h
09 - Oficina no Calamengau - 19h00
12 - Ensaio no DeArtes (UFPR) - 19h30
13 - FESTA DO ESTRELA DO SUL NO CALAMENGAU!
15 - Ensaio no MON - 15h
16 - Oficina no Calamengau - 19h00
19 - Ensaio no DeArtes (UFPR) - 19h30
22 - Ensaio no MON - 15h
23 - Oficina no Calamengau - 19h00
26 - Ensaio no DeArtes (UFPR) - 19h30
27 - Arrastão na Rua XV - 18h30
29 - Ensaio no MON - 15h


MAIO

01 - Encontro Regional dos Batuqueiros
02 - Encontro Regional dos Batuqueiros
03 - Encontro Regional dos Batuqueiros
04 - Encontro Regional dos Batuqueiros

05 - Oficina no Calamengau - 19h00
08 - Ensaio no DeArtes (UFPR) - 19h30
11 - Ensaio no MON - 15h
12 - Oficina no Calamengau - 19h00
15 - Ensaio no DeArtes (UFPR) - 19h30
18 - Apresentação em Piraquara - 8h00
18 - Ensaio no Calamengau - 15h
19 - Oficina no Calamengau - 19h00
19 - Apresentação na PUCPR - 22h00
22 - Oficina de Igarassú
23 - Oficina de Igarassú
24 - Oficina de Igarassú
25 - Oficina de Igarassú

26 - Oficina no Calamengau - 19h00
29 - Ensaio no DeArtes (UFPR) - 19h30
30 - Arrastão na Rua XV - 18h30


ABRIL

03 - Ensaio no DeArtes (UFPR) - 19h30
06 - Ensaio no MON - 15h
07 - Oficina no Calamengau - 19h00
10 - Ensaio no DeArtes (UFPR) - 19h30
13 - Ensaio no MON - 15h
14 - Oficina no Calamengau - 19h00
20 - Ensaio no MON - 15h
21 - Oficina no Calamengau - 19h00
24 - Ensaio no DeArtes (UFPR) - 19h30
25 - Arrastão na Rua XV - 18h30
27 - Ensaio no MON - 15h
28 - Oficina no Calamengau - 19h00


MARÇO

02 - Ensaio aberto no Largo da Ordem - 14h
03 - Oficina no Calamengau - 19h00
06 - Ensaio no DeArtes (UFPR) - 19h30
09 - Ensaio no MON - 15h
10 - Oficina no Calamengau - 19h00
13 - Ensaio no DeArtes (UFPR) - 19h30
15 - Apresentação: Academia Gustavo Borges - 09h00
16 - Ensaio no MON - 15h
17 - Oficina no Calamengau - 19h00
20 - Ensaio no DeArtes (UFPR) - 19h30
23 - Ensaio no MON - 15h
24 - Oficina no Calamengau - 19h00
25 - Arrastão na Rua XV - 18h30
27 - Ensaio no DeArtes (UFPR) - 19h30
28 - Arrastão na Rua XV - 18h30
30 - Apresentação: Jogos de Verão UFPR (Matinhos/PR) - 18h00
31 - Oficina no Calamengau - 19h00


FEVEREIRO

25 - Fim das férias: Oficina no Calamengau - 19h00
28 - Ensaio no DeArtes (UFPR) - 19h30
29 - Arrastão na Rua XV - 18h30


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10 de abril de 2008

Integrantes


Guilherme
Cauê
Carlito
André
Bia
Breno
Dani
Farion
Luis
Fernando
Pati
Renatinha
FeFi
Thaci
Toni
Mema
Nóza
Murilo


:: Por Estrela do Sul - 21:22
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8 de abril de 2008

Clipping


Agência de Notícias - Universidade Positivo (07/03/08)
Batuques convidam passantes à dança em plena rua XV

Bem Paraná (15/06/07)
ONGs protestam contra uso de animais em circos

Blog Catatau: "Maracatu" em Curitiba
Andando na Rua XV, em Curitiba, você escuta um bumbo...

Descubra Curitiba
Curitiba Interativa
Guia Curitiba


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1 de abril de 2008

Vídeos


Documentário: Curitiba tem música na praça
Arrastão na XV (março/08)
Oficina Leão Coroado (novembro/07)
Arrastão na XV (outubro/07)
Arrastão na XV (setembro/07)
Participação especial no show d'O Teatro Mágico (agosto/07)
Oficina Nação Porto Rico (agosto/07)
Arrastão na XV (julho/07)
Arrastão na XV (março/07)
Arrastão na XV (setembro/06)


:: Por Estrela do Sul - 19:56
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